Sonhos: a força motriz do empreendedor!

Incrível! Incansável! Imbatível! Idealizador! Sonhador! Essas seriam meras palavras se não fossem as VERDADEIRAS CARACTERÍSTICAS do empreendedor brasileiro. Homens e mulheres aguerridos, sem medo, cheios de sonhos e vontades de realizá-los. Mesmo com as intempéries produzidas pelas mais absurdas adversidades, governos corruptos e burocráticos, esses guerreiros destemidos não desistem nunca!
 
Entregar os pontos jamais! “Jogar a toalha”? Nem pensar! Mesmo com esse cenário desafiador, todos acreditam em “dias melhores”, “luz no fim do túnel”, “dribles sensacionais” para vencer a atual crise que o país atravessa. Novos empreendimentos surgiram ao longo desse difícil semestre. Desde empreendimentos arrojados, com altos investimentos, aos pequenos carrinhos de alimentação com a mesma vontade: ACERTAR, REALIZAR, TRABALHAR e transformar seus sonhos em realidades concretas, desenvolvendo a cidade, dando oportunidades de emprego, criando oferta de novos produtos e encantamento ao cliente.
 
Essa força motriz necessita de ajuda, amparo, parceria, acompanhamento técnico e, principalmente, a cooperação da municipalidade, do Estado e da União. Às vezes, esses últimos gerão mais impedimentos do que ajudam! O império da burocracia, a cobrança abusiva de impostos, a fiscalização coercitiva ao invés de orientadora é o que impera.
 
Não se vê uma orientação, diminuição de trâmites burocráticos impeditivos para o fomento de novos negócios, incentivos para desenvolver o segmento e aumentar a oferta de empregos. O que se presencia é, apenas e tão somente, o império burocrático, impositivo, dramático e com legislação que os próprios operadores pouco sabem o que fazer dela!
 
Quando se busca informação correta e coerente, encontramos uma avalanche de informação desencontrada, dependendo do humor do servidor público (sem ser generalista, mas quase já sendo!) e isso acaba dando um desânimo, descrédito, violando e aviltando o contribuinte e o empreendedor.
 
Precisamos de ajuda geral a fim de enfrentar essa fase difícil. Necessitamos de orientação coerente, desburocratização, simplificação, fiscalização orientadora, assertiva, proativa, pacificadora e fomentadora de desenvolvimento sócio-econômico e não o contrário: o atravanco que se produz, criando dificuldades para se vender facilidades. O grito é de socorro, sim! Mas também de tristeza por assistir ao barco afundar, com o empreendedor tirando água da embarcação e uma legião de abutres esperando o cadáver boiar!
 
Perdoem-me pelo desabafo, todavia, o momento urge de ajuda favorável e não de força para terminar o sonho dos brasileiros em praça pública. Queremos trabalhar, desenvolver a cidade, o estado e o país! Não queremos moleza e muito menos preguiça!
 
Queremos apenas, com a força do nosso braço e com a crença em nosso povo e em nosso país, que somos capazes de criar, produzir, crescer e nos tornarmos grandes e honrados. Por isso, fica, aqui, minha reflexão para que nossos sonhos não morram na praia, e sim, que a praia seja o nosso sonho ao final de uma vida inteira de trabalho árduo!
 
Meus sinceros votos de um FELIZ NATAL e PRÓSPERO ANO NOVO À TODOS!!

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