RH e o tesouro das empresas

Já conversamos, aqui, sobre as dificuldades e desafios do mercado de trabalho atual, seja em Natal ou em qualquer outra parte do mundo. Gerir pessoas, encontrar talentos, torná-los fiéis, sensibilizar equipes, construir belos “cases” de sucesso, ajustar e minimizar as possibilidades de insucessos e transformar tudo isso em uma única contextualização é o “target” principal dos Departamentos de Recursos Humanos – RHs.
 
Vale salientar que há, no cenário atual, uma banalização das profissões, superficialidades exacerbadas na construção e na formação profissional, falta de foco e estágios sérios, com supervisão orientada de forma pedagógica correta. Trata-se o estagiário apenas como “mão de obra barata” e apenas com fins lucrativos, sem conferir a devida importância para a efetiva construção do futuro profissional qualificado dentro da realidade do mundo do trabalho. Todas essas variantes juntas, tornam cada vez mais dificultoso o caminhar dos RHs em busca do maior tesouro das empresas: o “CAPITAL HUMANO”!
 
Onde estão essas joias? Vivemos o momento da superficialidade profissional? Não há nem “diamantes brutos” a serem lapidados? Formamos “bijouterias”? Contratamos marionetes? Fantoches que fingem que aprenderam, por manipuladores que fingiram que ensinaram? E depois disso tudo, ainda culpamos os RH’s por seleções mal feitas e contratações equivocadas?
 
Não senhores do “conselho”!! Não podemos mais admitir que sejamos colaboradores desse atual cenário do mundo do trabalho, que contempla todos os setores, em especial o nosso da gastronomia/hotelaria. Estamos nos enterrando ao invés de escavarmos os tesouros que necessitamos encontrar!
 
Precisamos agir em prol de RHs fortalecidos, com a convicção de que queremos encontrar tais tesouros! É importante exigir das entidades de formação profissional a capacitação correta, honesta e necessária para alimentar nossos negócios de forma profissional e ética. É necessária a energia e da orientação didático pedagógica dos supervisores que estão à frente e na recepção dos estagiários, olhando para eles não como mão de obra barata, mas como futuro profissional que nos ajude a desenvolver nossas empresas e construir um cenário melhor.
 
Queremos “reformas” em todos os âmbitos, não é? Mas com quantos “tijolos” ajudamos nessas “reformas”? Vamos todos, numa “força tarefa” e numa atitude missionária, desbravar os 7 mares para encontrarmos esse tesouro.
 
Que venham essas joias, pois mais do que nunca, elas embelezarão e produzirão o efeito desejado dentro das empresas: O SUCESSO DE TODOS!
 
Que nossos RH's não fiquem apenas nas dinâmicas de grupo, infantilizando as contratações ou dramatizando as demissões, todavia que sejam reais, consolidados, convictos de que a tarefa é árdua, mas a recompensa final é mais do que gratificante!
 

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