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Página anteriorGrupo de amigos se reúne para avaliar a gastronomia de Natal
| Fotos:AugustoRatis/Deguste |
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| A procuradora do Estado, Leila Cunha Lima (e), a juíza Elizabeth Florentino de Almeida, a procuradora da Fazenda Nacional, Elke Mendes Cunha e o procurador do Estado, José Marcelo Ferreira Costa |
A Confraria Gafe do Sabor, que reúne gourmets de Natal a cada 15 dias, já visitou 61 restaurantes diferentes na capital potiguar desde o ano 2007, quando começou a cumprir uma agenda para descobrir endereços gastronômicos. Segundo uma das idealizadoras desses encontros, a procuradora do Estado do Rio Grande do Norte, Leila Cunha Lima, para participar do grupo são necessários três requisitos: ter bom gosto, gostar de comer bem e ter bom humor.
Os almoços são sempre às sextas-feiras, variando em quantidade de participantes. Há, porém, os membros efetivos, que são mais fiéis ao ritual da boa mesa e quase não faltam: o procurador do Estado José Marcelo Ferreira Costa, a procuradora da Fazenda Nacional, Elke Mendes Cunha e a juíza Elizabeth Florentino Gabriel de Almeida.
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| Peito de Pato ao cointreau, cenouras glaceadas e arroz de shitaki, do Dolce Vita |
Desde que os encontros começaram, o grupo já visitou 61 restaurantes, e sem repetir nenhum. O critério para a escolha do local é que seja uma novidade no mercado, a qual os membros da Gafe do Sabor ainda não tenham ido todos juntos.
Como se tratam de gourmets exigentes (todos conhecem bons restaurantes fora e dentro do Brasil), há sempre uma avaliação do restaurante visitado. Leila conta que o grupo observa não somente os pratos, mas também o ambiente da casa, o atendimento e o serviço. “Em quase quatro anos do Gafe do Sabor, verificamos uma evolução na gastronomia de Natal”, conta a procuradora.
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| O grupo se reúne há quase quatro anos e já visitou 61 restaurantes |
Porém, nem sempre as impressões foram positivas.Uma das principais deficiências é em relação ao atendimento nos restaurantes. “Infelizmente, o serviço ainda é um ponto fraco, um detalhe que faz toda a diferença”, explica Elke Cunha.





